O que responde: as três visões de rentabilidade da plataforma e as regras que fazem um retorno aparecer vazio.
Rentabilidade mensal das cotas
Quanto a cota de cada série rendeu em cada mês, conforme o administrador informou à CVM. Cada ponto é o resultado daquele mês isolado, não o acumulado: um mês de 1,2% seguido de outro de 1,1% aparece como dois pontos próximos de 1%, não como 2,3%. Séries subordinadas costumam oscilar muito mais que as sêniores, porque absorvem primeiro tanto as perdas quanto o excedente da carteira.
Rentabilidade acumulada vs. benchmark
Quanto a série escolhida acumulou na janela selecionada, comparada a um índice de mercado no mesmo período. As duas linhas partem de 0% no primeiro mês da janela com rentabilidade informada — meses iniciais sem dado ficam vazios —, então a distância vertical entre elas é o desempenho relativo acumulado. O acumulado compõe as rentabilidades mensais: o resultado de um mês rende junto no mês seguinte. Trocar a janela muda o ponto de partida e, com ele, o desenho das duas linhas — uma série pode estar acima do CDI em 12 meses e abaixo desde o início.
O índice padrão é o CDI. FIDCs não declaram benchmark à CVM, então a escolha é do usuário e não uma referência oficial do fundo.
Retornos compostos do screening (3, 6, 12, 24 e 36 meses)
São o produto de (1 + rentabilidade mensal) − 1 sobre janelas de meses corridos, ancoradas na última competência da série. Um retorno aparece vazio quando:
a série não tem a janela completa de histórico;
algum mês da janela está sem rentabilidade informada (o mês faltante anula a janela — não é pulado);
algum mês tem valor implausível (acima de +100% ou abaixo de −100% no mês).
A coluna “Meses de histórico” ajuda a identificar a causa. Caso especial: o retorno exibe −100% quando a cota zerou em algum mês da janela.
Fonte: tooltips dos gráficos Rentabilidade das cotas e Rentabilidade acumulada (detalhe do ativo) + tooltips das colunas de retorno do screening.